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Márcia Maia defende retomada de ações de combate à miséria no RN

A socióloga e deputada estadual Márcia Maia cobrou nesta quarta-feira (18) ações emergenciais de combate ao avanço da miséria no Rio Grande do Norte. Dados divulgados esta semana apontam para o aumento do índice de habitantes vivendo abaixo da linha de pobreza extrema no estado.

De acordo com a parlamentar, o crescimento é visível aos olhos na Região Metropolitana com o aumento do número de pessoas em situação de rua, pedintes, pessoas atuando na informalidade nos sinais de transito como vendedores, por exemplo. O contingente de pessoas em situação de miséria em Natal subiu de 34 mil em 2016 para 78 mil pessoas - ou seja, 8,8% da população.

Márcia destacou iniciativas importantes, quando comandou as pastas de Assistência Social no Executivo municipal e estadual. Em Natal, coordenou experiências positivas com o Programa Ser e Casa dos Ofícios, enquanto no RN, as ações foram desenvolvidas em escalar maior ainda, com programas como o Primeira Chance, Renda Mais, Jovem Empreendedor, programas de microcrédito, Casa do Trabalhador e parcerias com a iniciativa privada para promoção da geração oportunidades, emprego e renda.

"Para conter esse crescimento e reverter essa tendência de marginalização do ser humano, em que ele é colocado à parte do restante da sociedade, é fundamental oferecer oportunidade às pessoas, de educação, capacitação, emprego e renda. O Governo do Estado precisa abrir os olhos para a sua missão de zelar pelo bem-estar do cidadão", afirmou a parlamentar. 

Segundo dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), o Rio Grande do Norte alcançou a taxa de 11,3% no final de 2017. Ao todo, são quase 400 mil potiguares tentando sobreviver com uma renda per capital de até R$ 137 por mês. 

O crescimento da miséria na região Metropolitana de Natal deu um salto de 129,4%, enquanto em municípios do interior do RN foi verificado um aumento de 5,96%. No Brasil, o crescimento da taxa média nacional foi de 11,2%. Enquanto no estado, no período entre 2016 e 2017, foi de 16,49%.

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