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Deputada Márcia defende investimentos contra 'estado mais violento do país'

A socióloga e deputada estadual Márcia Maia voltou a defender a realização de investimento substanciais em segurança pública após a divulgação dos dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública que apontaram o RN como o estado mais violento do Brasil.

Segundo o relatório, o estado alcançou a taxa de 68 mortes violentas para cada grupo de 100 mil habitantes, ou seja, um crescimento de 19,4% em 2017 em relação a 2016. O número é o dobro do índice nacional e seis vezes maior que o estado de São Paulo, o menos violento. O relatório aponta ainda que o RN foi o que mais diminuiu investimento no setor de segurança pública no ano passado.

Ao longo dos anos, a deputada tem realizado debates, se reunido a representantes do setor da segurança pública e outras pastas da gestão pública com o objetivo de incentivar a realização de investimentos de forma articulada entre os diversos setores do Governo do Estado. 

"É preciso fomentar programas que ataquem fatores promotores da violência, compreenda situações de cada região e promova uma cultura de paz. A luta é por iniciativas que combatam às drogas, enfim, uma política voltada para o ser humano, com ações que trabalhem estimulem as habilidades, promovam a educação de jovens, combatam desigualdades socioeconômicas e garantam acesso a serviços básicos", apontou.

A socióloga e parlamentar reforçou ainda a necessidade de modernização das áreas urbanas, com um melhor planejamento a partir de ocupações dos espaços públicos, uma política que envolva família e comunidade, além de investimentos em educação, como forma de prevenção e construção de uma sociedade com viés na cidadania.

"As políticas repressivas também são importantes e requerem investimento adequado. Para funcionar, a polícia, seja Civil ou Militar, ou mesmo os agentes penitenciários, precisam de salário adequado, armas, coletes, diárias pagas em dia, carros em pleno funcionamento para desempenho das funções. É complexo, mas é possível se for feito de forma coordenada e com planejamento", concluiu.

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